Bebendo sozinho sob a lua
Entre as flores, um pichel de vinho.
Sozinho a beber sem companhia
Levantando minha taça, saúdo a lua:
Com minha sombra, somos três.
No entanto, a lua não sabe beber
É em vão que a sombra me segue.
Honremos, entretanto, sombra e lua;
A alegria dura somente uma primavera!
Eu canto e a lua flana,
Eu danço e minha sombra se diverte.
Despertos, nos regozijamos.
E ébrio, cada um segue seu caminho...
Reencontros na Via Láctea:
Nunca mais, caminhadas sem apego!
—
Everardo Norões (Translation provided by translator)
